18 de julho de 2012

Erro

Ele nasce do impulso, do mergulho repentino viabilizado no tempo similar a um piscar de olhos. Não é regido, pensado, avaliado. Joga-se sem precursoras, sem aviso prévio ou vindouro. Turva a mente, anoitece os olhos, amortece as sensações. Larga o que tanto foi planejado como num abismo inalcançável. A queda parece interminável quando sentida pelos sentidos sensatos. Não se apega aos fatos e, na verdade, nem consegue vê-los. Sustentado pela raiva, fica sem visão, gosto, tato. E inverte o que havia de prudência e se perde no intervalo de si mesmo. É impensado, improvável, impertinente. É aquele que causa a dor àquele que sente.

2 comentários:

  1. "E inverte o que havia de prudência e se perde no intervalo de si mesmo."
    Me parece que define o "momento exato" em que tomamos a decisão que nos levará ao "Erro".
    Gostei muito do texto.
    Beijokas.

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