Tenho a sensação de que o fim alheio está próximo. Mas, no tempo que corre, parece escorrer pelos dedos o fio que não se vê onde pode ir. É estranho e insensível. Sem brio, vontade ou gosto. Dá até desgosto observar de longe o que nem se designa como deveria ser antes. A energia que não mais pulsa quase expulsa a presença do que virou comum. Comodismo, quase nulismo, praticamente um nudismo de sentimentos. Despidos, pareciam flutuar em outros mundos enquanto caminhavam lado a lado. Não estavam mais juntos. Eram apenas almas a vagar.
15 de novembro de 2011
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3 comentários:
Gostei muito!
Mto bom texto, amiga. Fato: o mundo contemporâneo precisa de mais, muito mais amor! Sdd, bjin, Xanda
CONCORDO PLENAMENTE!!!
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