10 de março de 2009

Gosto de pessoas que me olham nos olhos. De gente gentil, simples, comprometida. Gosto de ternura, suavidade e impulsividade. Surpresa, leveza, pureza. Gosto de atitude, virtude, solicitude. Serenidade, pluralidade, dignidade. Gosto também de pessoas de gênio, sublimes, firmes. De gente imbatível, decidida, divertida. Luz, nobreza, clareza. Gosto de gostos, sabores, odores. Gosto também de flores, licores, amores. Gosto de pessoas sinceras, discretas, patetas. Engraçadas, descansadas, destemidas. Gosto de verbo, adjetivos, imperativos. Sorriso, juízo, perigo. Gosto de gente livre, presente, diferente. De sujeito, predicado, significado. Caminhar, saltar, seguir. Gosto de ir, adentrar, revelar. Gosto de gente inteligente, crente, conveniente. De pessoas amigas, resolvidas, desinibidas. Gosto de coral, recital, melodia. De gente forte, de sorte.

Acho que a única pessoa que pode reunir tudo isso é minha mãe. Impressionante seu dom de doação, humildade, trabalho, caridade e amor. Meu exemplo maior. Lembrei até de uma música linda gravada por Marisa Monte, "Rosa", de Pixinguinha... Ela e mais do que ninguém merece..

"Tu és, divina e graciosa  
Estátua majestosa do Amor 
Por Deus esculturada  
E formada com ardor 
Da alma da mais linda flor 
De mais ativo olor   
Que na vida é preferida pelo beija-flor     
Se Deus me fora tão clemente 
Aqui nesse ambiente de luz 
Formada numa tela deslumbrante e bela 
Teu coração junto ao meu lanceado..."  

2 comentários:

  1. Ahhhh citar mãe como sentimento bom não vale! É redundancia malandrona!!!
    beijos

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